Monday, 31 August 2015

Insensible Dormir

Imposible dormir
Cuchillas haciéndose piedras
En paredes esclavas
Incontenible gemir

Insufrible dormir
Florecillas volándose, lerdas
En cuerdas bravas
Insensible sentir

Indecible dormir
Pastillas pudriéndose, nabas
En sedes cerdas
Incansable sufrir

Imposible dormir
Acuchilladas reces, cuerdas
En visuales pavas
Incesable morir.



Sunday, 30 August 2015

Uma Abelha

Como uma abelha
Sorridente, molhar-te-ei
Ao mergulhar nas profundezas 
Do mar de quem me olha

Como uma abelha
Prudente, procurar-te-ei
Ao entardecer das fraquezas
Do lar de quem molha

Como uma abelha
Ardente, acordar-te-ei
Ao amanhecer das fortalezas
Do mar de quem me encolha.